Ás vezes estou por cima, às vezes estou por baixo. Mas estou sempre por alguma coisa. Por alguém. Por aí. Por você.

Gabito Nunes. (via reatou-se)

Hoje eu sorri pra vida e ela sorriu de volta. Percebi que tem tanta coisa linda a minha volta, tanta gente que vale a pena. Me dei conta que todas as vezes que tive motivos pra chorar, a vida me devolveu em dobro motivos pra sorrir.

— Pam Ferreira. (via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)

Se for pra deixar cair na rotina, por favor, desencosta. De tediosa já basta a minha vida, cara.

Carolline Libório. (via florescei)

Você sorriu e me propôs,
Que eu te deixasse em paz,
Me disse vai, e eu não fui.

Kid Abelha. (via florescei)

Eu era um palerma. Ela era apaixonante. Eu era irremediavelmente sem graça. Ela era infinitamente fascinante. Então voltei para o meu quarto e desabei no beliche de baixo, pensando que, se as pessoas fossem chuva, eu seria garoa e ela, um furacão.

Quem é você, Alasca?  (via diminuido)

Peguei uma folha qualquer e um lápis. Pousei a ponta do mesmo na folha e tracei caminhos contínuos, entre espaços e reticências, pontos e vírgulas. Foi a melhor forma que achei de colocar minha paranoia pra fora. A noite veio me entorpecer, e aqui estou. Sentado, confuso, escrevendo sobre o quê? Não sei. A borracha, coitada, já fora tanto usada que pra segurá-la entre o indicador e o polegar se tornou tarefa um tanto quanto difícil. Uso-a como se tivesse o poder de apagar todo esse caos que toma conta de mim. Pensei em pegar a tristeza, a dor, a solidão e quebrá-las em linhas, fazer delas poesia. Porém, a poesia é bonita demais para palavras tão desprovidas de amor. Chega a ser irônico isso, tanto que dou risada sozinho. Até parece que amar não traz tristeza. Vira e mexe as pessoas reclamam desse sentimento. Bom pra uns, terrível para outros. E eu aqui, usando a dor dos outros como inspiração. Não me contento com a minha própria dor. Eu crio outras, pois dor nenhuma é suficiente pra mim. Dor nenhuma é suficiente pra um escritor, até que seja capaz de quebrar o bloqueio literário. Por isso muitos autores recorrem ao amor. Pois esse, meus caros, traz tanta dor que chega a transbordar.

Palavrisses.  (via trovejo)

Sinto muito. Sinto por sentir tanto, por me importar tanto, por amar tanto. Sinto por querer, por tentar. Sinto por não esquecer ou por não deixar de lembrar. Sinto, eu apenas sinto e sentir é uma droga.

Se eu pudesse.  (via diminuido)
Se “maktub” significa “tinha que acontecer”, então não existe palavra melhor para nos descrever…

Me esquecem… E depois falam que eu sumi.

Demi Lovato.  (via reprovador)